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Preço do GLP empresarial da Petrobras tem segundo corte no mês e cairá 9,2% nesta terça

Rio, 19:15 26/11/2018 – Em meio à queda do petróleo, a Petrobras reduzirá em 9,2% o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) empresarial a partir de terça-feira, no segundo corte no valor do produto em novembro, segundo informação publicada no site da estatal.

Em 7 de novembro, a empresa havia reduzido em 5,6% o preço do GLP utilizado por indústrias e o comércio, vendido nas refinarias da Petrobras em embalagens acima de 13 kg.
Segundo a Petrobras, a política de precificação do insumo tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo.

Os cortes ocorrem em meio à queda expressiva do preço do barril do petróleo. Na sexta-feira, os preços do petróleo nos Estados Unidos caíram quase 8%.

As empresas distribuidoras de GLP com atuação no Brasil foram informadas do corte nesta segunda-feira pela Petrobras, segundo o Sindigás, sindicato que as representa.

Cálculos do Sindigás indicaram que, mesmo após o novo corte, o valor do GLP empresarial ficará 30,6% mais caro do que o gás residencial, comercializado em embalagens de até 13 kg, o chamado de cozinha.

“A entidade reforça que a falta de uma política de preços para o GLP empresarial faz persistir essa diferença de preços entre o GLP residencial e o empresarial”, disse o Sindigás.

A Petrobras informa em seu site que “o preço do gás residencial é menor que o do GLP para uso industrial e comercial, conforme resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE)”. A estatal pontua que o órgão entende a medida como de interesse da política energética nacional.

Por Marta NogueiraReuters) – Em meio à queda do petróleo, a Petrobras reduzirá em 9,2% o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) empresarial a partir de terça-feira, no segundo corte no valor do produto em novembro, segundo informação publicada no site da estatal.

Em 7 de novembro, a empresa havia reduzido em 5,6% o preço do GLP utilizado por indústrias e o comércio, vendido nas refinarias da Petrobras em embalagens acima de 13 kg.

Segundo a Petrobras, a política de precificação do insumo tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo.

Os cortes ocorrem em meio à queda expressiva do preço do barril do petróleo. Na sexta-feira, os preços do petróleo nos Estados Unidos caíram quase 8%.

As empresas distribuidoras de GLP com atuação no Brasil foram informadas do corte nesta segunda-feira pela Petrobras, segundo o Sindigás, sindicato que as representa.

Cálculos do Sindigás indicaram que, mesmo após o novo corte, o valor do GLP empresarial ficará 30,6% mais caro do que o gás residencial, comercializado em embalagens de até 13 kg, o chamado de cozinha.

“A entidade reforça que a falta de uma política de preços para o GLP empresarial faz persistir essa diferença de preços entre o GLP residencial e o empresarial”, disse o Sindigás.

A Petrobras informa em seu site que “o preço do gás residencial é menor que o do GLP para uso industrial e comercial, conforme resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE)”. A estatal pontua que o órgão entende a medida como de interesse da política energética nacional.

Por Marta Nogueira

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