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Produção de petróleo da Petrobras no Brasil cresce 16,5% no 4º trimestre

Em 2019, a produção de óleo no pré-sal passou a representar mais da metade da produção total de óleo no Brasil, 59% ante 49% em 2018. 

Rio, 20:06 10/02/2020 – No quarto trimestre de 2019 a produção de óleo e gás atingiu 3,025 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed), o que representa um novo marco na história da Petrobras, rompendo pela primeira vez a barreira de 3,0 MMboed num trimestre.

Em 2019, a produção atingiu a média de 2,770 MMboed,  superando a meta traçada para o ano, de 2,7 MMboed, com variação de 2,5% para cima ou para baixo, tendo aumentado 5,4% em relação a 2018. A produção de óleo no Brasil foi de 2,172 MMbpd, excedendo a meta de 2,1 MMbpd.

A performance operacional do ano reflete o melhor resultado no 2S19, impulsionado pelo ramp-up dos novos sistemas de produção, que mais do que compensou os desafios, enfrentados no 1S19. “A performance operacional do ano reflete o melhor resultado no 2S19, impulsionado pelo ramp-up dos novos sistemas de produção, que mais do que compensou os desafios, enfrentados no 1S19”, disse a companhia em nota.

Os ramp-ups da P-67 e da P-69 no campo de Lula contribuíram para o registro de novos recordes mensais de produção própria e operada de 3,1 MMboed (novembro) e 3,8 MMboed (dezembro), respectivamente. Ainda em novembro, diz nota da Petrobras, com o início da produção da P-68, concluiu-se o cronograma de implantação de 8 sistemas de produção em menos de 24 meses, inédito na história da empresa.

A meta de produção de 2020 de 2,7 MMboed, com variação de 2,5% para cima ou para baixo, corresponde à produção comercial de 2,4 MMboed e de 2,2 MMbpd de óleo. Os números consideram o efeito, na parcela Petrobras, das vendas de Tartaruga Verde e dos campos da Nigéria, cujas transações já foram concluídas e que, em conjunto, produziam 86 mil barris por dia (Mbpd).

A produção na camada pré-sal continua em evolução, alcançando 1,533 MMbpd no 4T19 e 1,277 MMbpd em 2019, representando um aumento de 46,4% contra o 4T18 e 28,4% contra 2018, respectivamente. Em 2019, a produção de óleo no pré-sal passou a representar mais da metade da produção total de óleo no Brasil, 59% ante 49% em 2018. Em 6 de novembro, a empresa adiquiriu os ativos de Itapu e Búzios no leilão do Excedente da Cessão Onerosa, reafirmando o foco na exploração e produção de ativos offshore de classe mundial, principalmente no pré-sal, nos quais a empresa é são donos naturais.

Búzios é o maior campo de petróleo offshore de águas profundas do mundo. É considerado ativo de classe mundial, com reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração, sendo resiliente a cenários de preços inferiores a US$ 40 por barril. “Trata-se de um ativo em que somos o dono natural, pois a Petrobras é capaz de extrair retorno mais elevado do que qualquer outro operador”, reafirma a nota da empresa.

Leia a íntegra da nota da Petrobras 

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