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Petrobras registra lucro líquido recorde de R$ 40 bilhões em 2019 e EBITDA de R$ 129 bilhões

A remuneração aos acionistas por dividendos e JCP foi no valor de R$ 10,6 bilhões, equivalente a R$ 0,73 por ação ordinária e R$ 0,92 por ação preferencial em circulação

Rio, 20/02/2020 – A Petrobras fechou 2019 com lucro recorde de R$ 40 bilhões e obteve um EBITDA de R$ 129,2 bilhões, que também foi um resultado inédito na empresa. O EBITDA ajustado registrou crescimento de 12,5% em relação a 2018, devido aos menores custos de produção e menores contingências. O Lucro líquido teve alta de 55,7% influenciado pelos ganhos de capitais com a venda de ativos.

Em 2019, o índice dívida líquida/LTM EBITDA ajustado subiu para 2,46x versus 2,34x em 2018, devido aos efeitos do IFRS 16 em 2019. Uma vez expurgados tais efeitos, o índice teria sido 1,99x em 2019.

A remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos e JCP foi no valor de R$ 10,6 bilhões, equivalente a R$ 0,73 por ação ordinária e R$ 0,92 por ação preferencial em circulação.

“O desempenho da companhia no 3T19 já começa a refletir a implantação de nossa estratégia voltada para a criação de valor. A produção de óleo e gás atingiu o nível recorde de 3,0 MMboed no mês de agosto, quando também ocorreu um recorde díario de 3,1 MMboed, diz em nota o presidente da empresa, Roberto Castello Branco.

O ramp-up. diz ele, das novas plataformas influenciou de forma importante o crescimento da produção, tendo o pré-sal sido responsável por 60,4% da produção de óleo total da Petrobras no Brasil. “O FPSO P-76, operando no campo de Búzios, completou o ramp-up em 7,7 meses, outro recorde a comemorar e que tem efeito positivo sobre a taxa de retorno do investimento, em linha com um de nossos pilares estratégicos: foco na eficiência da alocação do capital”, destaca o executivo.

Castello Branco explicou ainda que, dada a escassez de recursos, os projetos têm que competir por capital, que é alocado apenas para os melhores em termos de retorno e risco esperado.

O custo caixa de extração (lifting cost) no pré-sal, segundo ele, alcançou nível sem precedentes, de US$ 5,0 por boe, o que contribuiu para que o custo médio de extração da companhia fosse inferior a US$ 10 por boe (US$9,7/boe).

Castello Branco enfatizou que várias iniciativas estão em curso para cortar custos em bases permanentes. “Processos estão sendo redesenhados, lançamos uma família de programas de demissão voluntária (PDVs) nos quais já se inscreveram mais de 2.000 empregados, desocuparemos quatro prédios até o final do ano, estamos passando de 18 escritórios fora do Brasil para somente cinco e várias outras medidas estão sendo implementadas com o emprego da transformação digital”. acrescentou destacando que, “apesar da queda nos preços do petróleo, de US$ 75,27 no 3T18 para US$ 61,94 por barril no 3T19, o fluxo de caixa operacional de R$ 32,8 bilhões atingiu recorde histórico”.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco e a direção da empresa darão entrevista à imprensa para explicar detalhes do resultado, hoje, dia 20 de fevereiro, às 14 horas.

Leia aqui mais detalhes do relatório da Petrobras na íntegra

SERVIÇO:

A empresa realizará Teleconferência e Webcast do resultado de 2019 no dia 25 de outubro de 2019:

Português: 10:00 hs no Rio de Janeiro / 9:00 hs em Nova Iorque / 14:00 hs no Reino Unido
Brasil: +55 11 3181-8565 ou +55 11 4210-1803

EUA: +1 412 717-9627Reino Unido: +44 20 3795-9972
Inglês: 11:30 hs no Rio de Janeiro / 10:30 hs em Nova Iorque / 15:30 hs no Reino Unido
Brasil: +55 11 3181-8565 ou +55 11 4210-1803
EUA: +1 412 717-9627
Reino Unido: +44 20 3795-9972

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