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Intercâmbio com foco nas oportunidades do ramo de petróleo e gás

Written By: Moderador - jul• 28•12

emprego offshore Rio, julho 2012 – Engenharia de petróleo e gás é uma das grandes apostas para o futuro no mercado de trabalho mundial. Com tanta competitividade, os estudantes desta área precisam de um diferencial para concorrer com outros e a Brazilian Exchange (BEX), empresa de intercâmbio, em Niterói, oferece uma ótima oportunidade para quem quer aprimorar o inglês com foco nessa indústria e ainda conhecer Londres.

A agência disponibiliza um programa em parceria com a London School of Business and Finances para estudantes interessados no inglês técnico voltado para a indústria de óleo e gás. O programa também desenvolve habilidades obrigatórias para o conhecimento das técnicas e negócios de empresas do ramo. O curso inclui temas como o processo de descoberta à distribuição de óleo e gás, gestão e carreiras, meio ambiente, e segurança e trabalho de equipe.

Durante o curso os alunos também terão a oportunidade de produzir e gerenciar um projeto, analisar um processo técnico e apresentar um relatório de forma escrita e oral. O intercâmbio tem duração de quatro semanas e nota mínima de 5.5 no exame IELTS é requerido.

Serviço: A Bex fica na Travessa Professor Coelho Gomes casa 8, Icaraí, Niterói. Telefone: 2717-8964. Funcionamento: segunda a sexta, das 9h às 18h e sábados, das 9 às 13h.

12 sinais de que há uma Carminha em seu ambiente de trabalho

Written By: Moderador - jul• 27•12

Ri0, julho de 2012 – A rede Universia Brasil* analisou a trama da novela Avenida Brasil, da Rede Globo, e criou uma lista com 12 sinais de que pode existir uma Carminha, vilã da novela, em seu ambiente de trabalho.

Interpretada por Adriana Esteves, Carminha possui todas as características de alguém mau caráter. Não mede esforços para conseguir o que quer e é fiel apenas às suas próprias ambições. Infelizmente, pessoas assim não estão apenas na telinha, mas podem ser encontradas no mais diversos locais, inclusive no ambiente de trabalho. A “Carminha” de seu escritório pode estar no papel de um chefe manipulador ou de um colega vingativo, por exemplo.

Lidar com esse tipo de pessoa traz muita insegurança e pode prejudicar seriamente seu equilíbrio emocional e trajetória profissional. A analista de recursos humanos Alessandra Maria Nunes explica a situação de quem passa por esse problema. “A pessoa perde a vontade de trabalhar e, muitas vezes, não toma nenhuma atitude porque pensa que será demitido”, disse.

A psicóloga Pérola Lucente, especializada na área de coaching e carreira, acrescenta: “é muito comum encontrar pessoas que apresentem resultados muito bons, que estejam em cargos de liderança, mas que possuem um perfil mais problemático. No fundo, eles são extremamente dedicados ao que fazem, fazem de tudo para conseguir aquilo que desejam, não existem limites.”

Confira a seguir 12 sinais de que há uma Carminha em seu ambiente de trabalho:

1. Obsessiva
2. Agressividade
3. Ardilosa
4. Vingativa
5. Reações desequilibradas
6. Mania de perseguição
7. Infiel
8. Sádica
9. Corrupta
10. Promíscua
11. Gananciosa
12. Manipuladora
Será que tem uma Carminha no seu trabalho. Deixe seu comentário no formulário abaixo.
*A Universia Brasil (www.universia.com.br), a maior rede ibero-americana de colaboração universitária, presente em 23 países, completa em 2012 dez anos de atividade no Brasil. A sua missão é ajudar as universidades a desenvolver projetos compartilhados, gerar oportunidades para a comunidade universitária, além de atender a demanda do mercado empresarial e institucional, a partir de critérios de eficiência econômica e rentabilidade.

Superando obstáculos para investir e crescer

Written By: Moderador - mai• 19•12

Capa da edição IX da revista Guiaoffshore Magazine Investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D) na cadeia de óleo e gás é vital para um país que deseje ter o mínimo de soberania sobre seus recursos petrolíferos. E até que não estamos investindo pouco em P&D. De 1998 a 2011 foram gerados R$ 6,2 bilhões em valores correntes para aplicação em pesquisa e desenvolvimento, sendo que metade foi para instituições de pesquisa em universidades brasileiras espalhadas por 21 estados. Apenas para aportes em infraestrutura laboratorial foram destinados R$ 1,1 bilhão. Mas representantes da área petrolífera, entrevistados pela Guiaoffshore Magazine, defendem maior flexibilização na legislação para aplicação destes recursos, sobretudo em formação e capacitação de mão de obra. Clique aqui para ler na versão online esta matéria e outros artigos das áreas negócios, logística e tecnologia . Boa leitura! Clique Aqui

EAS vai tentar renegociar com Transpetro

Written By: Moderador - mar• 27•12

Valor Econômico
Por Ivo Ribeiro e Francisco Góes
Recife, 11:12 27/03/2012 – Os sócios do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) estão envolvidos em um intrincado jogo de xadrez que envolve dois movimentos simultâneos, vitais para a sobrevivência do negócio. Um deles é a entrada do novo sócio estratégico, após a saída da coreana Samsung, negociação que está mais avançada com as japonesas Mitsui, associada à IHI, e Mitsubishi. Dois outros grupos estão no páreo: um estaleiro polonês e outro de origem coreana. O segundo movimento passa pela renegociação do prazo – fixado até 2016 – de entrega dos 22 petroleiros encomendados pela Transpetro em um pacote de R$ 7 bilhões.

Apenas o João Cândido, o primeiro de um lote de dez navios tipo Suezmax encomendados por R$ 2,75 bilhões, tem atraso de um ano e meio. Teria que ter sido entregue em setembro de 2010, mas até hoje, depois de sucessivos adiamentos, continua no estaleiro. Agora, extra-oficialmente, comenta-se que poderá ser entregue no fim de abril. Estimativas de mercado indicam que o João Cândido não sairá por menos de R$ 350 milhões, aumento de 23% sobre a média do contrato original.

Antes de renegociar prazos de entrega dos navios, o EAS corre para fechar a entrada do novo sócio com cerca de 33% do capital do estaleiro [a Samsung tinha 6%], o que na expectativa de uma fonte pode ocorrer o mais breve possível. Além dos japoneses, apontados como favoritos, correm por fora a polonesa Remontowa, com estaleiro em Gdansk e considerada uma dos líderes europeias em reparação de navios, e a coreana STX. O problema dos coreanos, como o caso da Samsung deixou claro, está na falta de disposição para repassar tecnologia para a construção das sete sondas de perfuração, outro dos contratos na carteira do EAS, este no valor de US$ 5,2 bilhões.

A renegociação que o EAS terá que fazer envolve dois pontos básicos: a multa prevista em contrato por atrasos e o encarecimento do financiamento bancário do projeto como consequência da demora na entrega dos navios. Uma fonte do setor disse ao Valor que o EAS pode tentar discutir com a Transpetro o não pagamento das multas, que costumam ser aplicadas depois da entrega do navio. O problema é que, conforme a multa, a Transpetro, pode decidir pela rescisão do contrato.

Outra questão é o financiamento. Se o estaleiro se compromete, por exemplo, em entregar o navio em 36 meses, mas leva 50 meses para fazê-lo, terá que pagar mais juros no financiamento. Dessa forma, quando receber o pagamento do armador, o dinheiro será insuficiente para pagar ao banco, disse a fonte. O financiamento aos 22 navios, com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), é com o BNDES.

O banco, por sua vez, tem que pagar o FMM. Da carteira de R$ 7 bilhões, 46% ou cerca de R$ 3,3 bilhões referem-se a compromissos assumidos pelo estaleiro junto ao BNDES. Além disso, o estaleiro entrou com recursos próprios equivalentes a 8% do projeto de construção dos navios. O banco financia outra parte do projeto diretamente à Transpetro. A Transpetro não comenta o assunto e, no setor, as indicações são de que a empresa só vai pagar o preço estipulado em contrato.

No setor, acredita-se que o EAS tem condições de fazer os navios em função da estrutura moderna que montou no complexo industrial de Suape (PE), com uma linha de montagem apta a processar 160 mil toneladas de aço por ano. Com isso, em tese, poderia fazer oito Suezmax por ano, considerando, em média, o uso de 20 mil toneladas por navio. Tem contratos para fazer 14 Suezmax e oito navios do tipo Aframax. Desse total, só quatro estão em construção efetiva.

A questão é saber se o estaleiro conseguirá resolver os problemas de gestão, produtividade e mão de obra que o levaram a essa situação crítica. O investimento enterrado no EAS já soma cerca de R$ 3 bilhões, sendo R$ 1,2 bilhão do BNDES e o restante dos sócios Camargo Corrêa e Queiróz Galvão, agora donos do EAS com 50% cada um.

O que era para ser um grande novo negócio da Camargo Corrêa acabou se transformado em um enorme problema. Apenas em 2011, o grupo foi obrigado a aportar mais de R$ 500 milhões no empreendimento. Os prejuízos são elevados e o retorno do capital empregado é incerto.

O EAS enfrentou três problemas básicos na avaliação de uma fonte próxima de um dos sócios: instalação simultânea à construção do primeiro navio (uma exigência da Transpetro para conceder o contrato), formação de mão de obra – de 6 mil soldadores treinados, muitos com origem do setor canavieiro, apenas 2 mil mostraram aptidão, levando a uma forte queda na produtividade – e a parceria com a Samsung, mal costurada, o que demandou cinco meses para retirá-la do EAS.